quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Piranha

Tão na moda piranhas de cabelo, dão medo.
Hoje parei para reparar nisso, é bem mais simples e elegante um simples rabo de cavalo, mas não, as piranhas estão soltas!... enrolam, enrolam, enrolam os cabelos e piranha neles. Seja piranha rosa, fluorescente, sem dente (banguela); piranha de borboleta, de flor, que muda de cor com a luz do sol; piranhas grandes, piranhas pequenas; piranhas com suas variedades e em qualquer idade.

Não tenho nada a ver com a vida dos outros, mas piranha no cabelo é a morte do marketing pessoal.

Saudade da minha infância quando só se usava presilhas e elásticos.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Caderno de Emprego

Depois de tanto tempo, uns 4 anos, decidi "atualizar" meu currículo. Grande piada.

Aí que coloquei uma mentirinha do tipo: que sou craque em relações interpessoais. Outra enorme piada. Eu odeio gente que fala demais no trabalho, odeio gente que fala alto, odeio gente na grande maioria. Mal sabem que meus melhores colegas de trabalho são 3 cães - Juvenal, Cacau e Malu. São meio esnobes, não usam o banheiro pra fazer xixi, tomam água da privada e depois passam suas linguinhas na gente, mas mesmo assim ainda os prefiro.

Meu currículo poderia ser algo assim: "'LUCY S'.... (em fonte 46) e logo abaixo 'QUERO TRABALHAR' (fonte 43)"?.
Se não consigo o emprego por histórico profissional poderia ganhar ao menos uma chance por "criativi-da-de". Né?

terça-feira, 3 de julho de 2007

Tentando praticar

Sempre acreditei no “errado”, muito mais fácil do que confiar no “certo”. Até porque ficar pensando no errado torna-se menos doloroso quando as coisas certas não acontecem. Agora tento mudar esse meu comportamento. Sei lá, sempre tive certo tipo de preconceito com livros de auto-ajuda e sem esperar veio não um livro, mas um filme onde diz que o segredo dos grandes mestres é a Lei da Atração.
Juro que estou tentando, mas não é lá muito fácil mentalizar um salário melhor quando me deparo com uma verba que mal cobre as contas; pensar em pessoas bacanas quando estou rodeada de gente estúpida, enfim, anular as coisas ruins e pensar em coisas boas é um exercício mental e tanto. E torna-se um círculo tão vicioso; pensar em coisas ruins – atrai pessoas ruins – pessoas ruins – pensamentos ruins... O engraçado é que nossa imaginação/sonhos é a única coisa que temos de graça e que podemos modificar quando e como pudermos só nós podemos ter controle da nossa mente e ainda mais, da nossa vida. Por que então é tão complicado menosprezar as pessoas que afetam tanto meu estado de espírito?

Ah Paz, vem aqui ficar comigo um estantinho?!

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Memória tarda mas não falha

... tão feliz! Feliz por conseguir lembrar a senha de quatro dígitos do banco.

...

Nada de ruim aconteceu hoje, ao contrário, achei dois reais no chão... o tombo da escada ontem valeu a pena. hu

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Querido trabalho...

... Você é legal, mas as pessoas que você "sustenta", é uma droga.
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Não tenho assunto, mas estou alucinadamente com vontade de escrever. Nem tenho tido vontade de conversar e os dedos ficam frenéticos e idéias na cabeça são o que não param de rodear, embora essas idéias não saibam como se mostrar. Enfim, estou pondo a culpa nas Idéias dizendo que estão com preguiça ao invés de culpar a minha falta de expressão.

Vamos lá.
Tenho estado cansada, muito cansada embora não tenha feito nenhum tipo de esforço físico a não ser descer e subir uma calçada desnivelada a caminho do trabalhar. Fico o dia inteiro sentada numa cadeira giratória e com rodinhas, o que não me faz ter o mínimo de esforço para levantar e pegar algo ao lado.
O meu cansaço é mental, estafa de gente estúpida, folgada e que cuidam da vida alheia sem o mínimo de cerimônia. Antes fosse cansaço mental apenas pelo trabalho em si.
Se colegas de trabalho fossem bons não seriam colegas - seriam amigos.
Não sei por que raio fui fazer comunicação que é um trabalho que exige espírito de equipe. Equipe pra mim é legal e só serve para algo que exija esforço físico (comentário de sedentária).
Qualquer outro tipo de trabalho que não seja esportivo e que não exija nossos músculos abaixo do pescoço devia ser trabalhado individualmente. É tão mais produtivo.
Ou no mínimo, queria que nossos “companheiros” fossem menos sem-noção. Acho que quero demais.
Juro que tento praticar a arte de ignorar, fingir que pouco me importo quando uma besta pára ao lado do meu computador para supervisionar o que estou fazendo. Mas é tão mais forte que eu, o sangue ferve e a vontade de pegar alguém pelos cabelos e jogar janela afora se torna um instinto tão racional.
Querem saber se estou namorando, o que fiz no final de semana, o que faço quando chego em casa, por onde tenho andado no tempo de lazer, por onde ando no horário de almoço, se alguém da empresa pára para falar comigo é porque está me paquerando etc... Ora essa, vá fazer a unha, vá cortar os pêlos do nariz e vê se me deixa em paz!
Quero tanto ficar quieta no meu canto e produzindo o que tenho a oferecer. Ao contrário, os que ficam quietos, na visão dos Senhores “Faz Tudo” (muito falam e nada fazem), trabalho em silêncio é para quem “não se move”. Para mostrar serviço o esquema é correr, gritar, fazer tudo ao mesmo tempo e, mal feito.
Ah céus, eu sei que tenho que agradecer por ter um emprego e dinheiro no começo de cada mês que me sustenta (relativamente). Porém seria ignorância agradecer as pessoas que tenho ao meu redor das 9 às 18 horas, não?

Acho que preciso de um livro de auto-ajuda.
...

Ainda falta, meus dedos pulam!

terça-feira, 15 de maio de 2007

Nádegas de novo.

Passado o inferno astral os dias continuam "bunda". Mas o amor tá aqui, continuo cultivando "my precious!".. hihih

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Gente, como escrevo mal! O que me conforta é que há quem escreva, pior.

...

Vontade de verbalizar: chu.cru.te.
"- CHU.CRU.TE!" (alívio)

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Sabe que eu não sei?

Auto-estima, sinceramente não compreendo.
Ter auto-estima é positivo, ao contrário do egocentrismo que é negativo, certo?... é, tenho lá minha dúvidas...
Numa das “viajadas” pelo orkut encontro pessoas participando de comunidades como “além de linda, sou vegetariana”. Putz, sou tomada por um nó na garganta morrendo de vontade de gargalhar (com motivo).
Até acho legal quem se valoriza ainda mais no que diz respeito à aparência, mas sou totalmente contra as pessoas que exalam exclusivismo. É de chorar!

Há também a “espécie”: “odeio quem gosta de axé, funk, pagode e derivados”. Poupe-me. Se odiasse tanto assim não cederia o mínimo de espaço para citar tais “ódios”. Certo?... é, posso estar enganada...

Ah, sem contar nos “ odeio essas mesmices que rolam por aí. ‘sou autêntico’, mas copio meus ídolos”... E então, autenticidade? Aonde? Contraditório, né?... É, talvez eu esteja sendo crítica demais...
No mundo nada se cria, tudo se copia – inclusive, essa eu copiei de alguém que não sei quem.

Enfim, cada um com seus problemas e eu tenho que parar de navegar no orkut porque esse negócio revolta.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

E aí, até quando?

Tento ser otimista, visualizando o que realmente quero (profissionalmente) e sentindo-me realizada. Por mais que essa tal realização não me traga retorno financeiro. Pelo menos não estaria me estressando com coisas tão pequenas...
será?

quinta-feira, 22 de março de 2007

Pequenos gestos

Pensava em descansar, dormir por horas, dias, semanas, sem ver o sol raiar ou se pôr. Apenas deixar o tempo passar e que a alma ficasse bem quietinha repousando. Ele anunciava, em voz de veludo, as coisas boas aconteceriam, que dormir não seria o melhor caminho, pois a capacidade deve ser praticada. Sim, capacidade!

Estou praticando, no momento, minha maior capacidade é GOSTAR - seja de chocolate, dos amigos, dos cachorros, de música ou ainda mais, dele. Gostar é tão simples (embora achemos que odiar é mais fácil) e gosto mais ainda quando as coisas são simples: os PEQUENOS GESTOS me conquistam. Assim ele me conquista, juntando os pequenos que numa união, transforma-se em algo grandioso. Quem não tem outra prática: das “bobices”, não sabe dos pequenos gestos, ao meu ver. Num instante o pego conversando com as veias saltadas na minha mão para que elas se comportem no calor; os braços me envolvem para que não esbarrem em mim em lugares cheios; abraços em momentos inesperados... me diz, como não GOSTAR?