... tão feliz! Feliz por conseguir lembrar a senha de quatro dígitos do banco.
...
Nada de ruim aconteceu hoje, ao contrário, achei dois reais no chão... o tombo da escada ontem valeu a pena. hu
quinta-feira, 31 de maio de 2007
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Querido trabalho...
... Você é legal, mas as pessoas que você "sustenta", é uma droga.
.
Não tenho assunto, mas estou alucinadamente com vontade de escrever. Nem tenho tido vontade de conversar e os dedos ficam frenéticos e idéias na cabeça são o que não param de rodear, embora essas idéias não saibam como se mostrar. Enfim, estou pondo a culpa nas Idéias dizendo que estão com preguiça ao invés de culpar a minha falta de expressão.
Vamos lá.
Tenho estado cansada, muito cansada embora não tenha feito nenhum tipo de esforço físico a não ser descer e subir uma calçada desnivelada a caminho do trabalhar. Fico o dia inteiro sentada numa cadeira giratória e com rodinhas, o que não me faz ter o mínimo de esforço para levantar e pegar algo ao lado.
O meu cansaço é mental, estafa de gente estúpida, folgada e que cuidam da vida alheia sem o mínimo de cerimônia. Antes fosse cansaço mental apenas pelo trabalho em si.
Se colegas de trabalho fossem bons não seriam colegas - seriam amigos.
Não sei por que raio fui fazer comunicação que é um trabalho que exige espírito de equipe. Equipe pra mim é legal e só serve para algo que exija esforço físico (comentário de sedentária).
Qualquer outro tipo de trabalho que não seja esportivo e que não exija nossos músculos abaixo do pescoço devia ser trabalhado individualmente. É tão mais produtivo.
Ou no mínimo, queria que nossos “companheiros” fossem menos sem-noção. Acho que quero demais.
Juro que tento praticar a arte de ignorar, fingir que pouco me importo quando uma besta pára ao lado do meu computador para supervisionar o que estou fazendo. Mas é tão mais forte que eu, o sangue ferve e a vontade de pegar alguém pelos cabelos e jogar janela afora se torna um instinto tão racional.
Querem saber se estou namorando, o que fiz no final de semana, o que faço quando chego em casa, por onde tenho andado no tempo de lazer, por onde ando no horário de almoço, se alguém da empresa pára para falar comigo é porque está me paquerando etc... Ora essa, vá fazer a unha, vá cortar os pêlos do nariz e vê se me deixa em paz!
Quero tanto ficar quieta no meu canto e produzindo o que tenho a oferecer. Ao contrário, os que ficam quietos, na visão dos Senhores “Faz Tudo” (muito falam e nada fazem), trabalho em silêncio é para quem “não se move”. Para mostrar serviço o esquema é correr, gritar, fazer tudo ao mesmo tempo e, mal feito.
Ah céus, eu sei que tenho que agradecer por ter um emprego e dinheiro no começo de cada mês que me sustenta (relativamente). Porém seria ignorância agradecer as pessoas que tenho ao meu redor das 9 às 18 horas, não?
Acho que preciso de um livro de auto-ajuda.
Vamos lá.
Tenho estado cansada, muito cansada embora não tenha feito nenhum tipo de esforço físico a não ser descer e subir uma calçada desnivelada a caminho do trabalhar. Fico o dia inteiro sentada numa cadeira giratória e com rodinhas, o que não me faz ter o mínimo de esforço para levantar e pegar algo ao lado.
O meu cansaço é mental, estafa de gente estúpida, folgada e que cuidam da vida alheia sem o mínimo de cerimônia. Antes fosse cansaço mental apenas pelo trabalho em si.
Se colegas de trabalho fossem bons não seriam colegas - seriam amigos.
Não sei por que raio fui fazer comunicação que é um trabalho que exige espírito de equipe. Equipe pra mim é legal e só serve para algo que exija esforço físico (comentário de sedentária).
Qualquer outro tipo de trabalho que não seja esportivo e que não exija nossos músculos abaixo do pescoço devia ser trabalhado individualmente. É tão mais produtivo.
Ou no mínimo, queria que nossos “companheiros” fossem menos sem-noção. Acho que quero demais.
Juro que tento praticar a arte de ignorar, fingir que pouco me importo quando uma besta pára ao lado do meu computador para supervisionar o que estou fazendo. Mas é tão mais forte que eu, o sangue ferve e a vontade de pegar alguém pelos cabelos e jogar janela afora se torna um instinto tão racional.
Querem saber se estou namorando, o que fiz no final de semana, o que faço quando chego em casa, por onde tenho andado no tempo de lazer, por onde ando no horário de almoço, se alguém da empresa pára para falar comigo é porque está me paquerando etc... Ora essa, vá fazer a unha, vá cortar os pêlos do nariz e vê se me deixa em paz!
Quero tanto ficar quieta no meu canto e produzindo o que tenho a oferecer. Ao contrário, os que ficam quietos, na visão dos Senhores “Faz Tudo” (muito falam e nada fazem), trabalho em silêncio é para quem “não se move”. Para mostrar serviço o esquema é correr, gritar, fazer tudo ao mesmo tempo e, mal feito.
Ah céus, eu sei que tenho que agradecer por ter um emprego e dinheiro no começo de cada mês que me sustenta (relativamente). Porém seria ignorância agradecer as pessoas que tenho ao meu redor das 9 às 18 horas, não?
Acho que preciso de um livro de auto-ajuda.
...
Ainda falta, meus dedos pulam!
Ainda falta, meus dedos pulam!
terça-feira, 15 de maio de 2007
Nádegas de novo.
Passado o inferno astral os dias continuam "bunda". Mas o amor tá aqui, continuo cultivando "my precious!".. hihih
...
Gente, como escrevo mal! O que me conforta é que há quem escreva, pior.
...
Vontade de verbalizar: chu.cru.te.
"- CHU.CRU.TE!" (alívio)
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Gente, como escrevo mal! O que me conforta é que há quem escreva, pior.
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Vontade de verbalizar: chu.cru.te.
"- CHU.CRU.TE!" (alívio)
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Sabe que eu não sei?
Auto-estima, sinceramente não compreendo.
Ter auto-estima é positivo, ao contrário do egocentrismo que é negativo, certo?... é, tenho lá minha dúvidas...
Numa das “viajadas” pelo orkut encontro pessoas participando de comunidades como “além de linda, sou vegetariana”. Putz, sou tomada por um nó na garganta morrendo de vontade de gargalhar (com motivo).
Até acho legal quem se valoriza ainda mais no que diz respeito à aparência, mas sou totalmente contra as pessoas que exalam exclusivismo. É de chorar!
Há também a “espécie”: “odeio quem gosta de axé, funk, pagode e derivados”. Poupe-me. Se odiasse tanto assim não cederia o mínimo de espaço para citar tais “ódios”. Certo?... é, posso estar enganada...
Ah, sem contar nos “ odeio essas mesmices que rolam por aí. ‘sou autêntico’, mas copio meus ídolos”... E então, autenticidade? Aonde? Contraditório, né?... É, talvez eu esteja sendo crítica demais...
No mundo nada se cria, tudo se copia – inclusive, essa eu copiei de alguém que não sei quem.
Enfim, cada um com seus problemas e eu tenho que parar de navegar no orkut porque esse negócio revolta.
Ter auto-estima é positivo, ao contrário do egocentrismo que é negativo, certo?... é, tenho lá minha dúvidas...
Numa das “viajadas” pelo orkut encontro pessoas participando de comunidades como “além de linda, sou vegetariana”. Putz, sou tomada por um nó na garganta morrendo de vontade de gargalhar (com motivo).
Até acho legal quem se valoriza ainda mais no que diz respeito à aparência, mas sou totalmente contra as pessoas que exalam exclusivismo. É de chorar!
Há também a “espécie”: “odeio quem gosta de axé, funk, pagode e derivados”. Poupe-me. Se odiasse tanto assim não cederia o mínimo de espaço para citar tais “ódios”. Certo?... é, posso estar enganada...
Ah, sem contar nos “ odeio essas mesmices que rolam por aí. ‘sou autêntico’, mas copio meus ídolos”... E então, autenticidade? Aonde? Contraditório, né?... É, talvez eu esteja sendo crítica demais...
No mundo nada se cria, tudo se copia – inclusive, essa eu copiei de alguém que não sei quem.
Enfim, cada um com seus problemas e eu tenho que parar de navegar no orkut porque esse negócio revolta.
quarta-feira, 2 de maio de 2007
E aí, até quando?
Tento ser otimista, visualizando o que realmente quero (profissionalmente) e sentindo-me realizada. Por mais que essa tal realização não me traga retorno financeiro. Pelo menos não estaria me estressando com coisas tão pequenas...
será?
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