quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Assunto para indigestão

O assunto no almoço de hoje foi sobre o transporte público e como pode ser divertido pegar metrô. Cada dia é uma história – alguém que se jogou nos trilhos em plena 18 horas para fazer todo mundo perder o noticiário (ainda mais eu que sou viciada por previsão do tempo); mulher com síndrome do pânico que tem crise de choro às 8 da manhã quando o vagão está lotado e não há ar para respirar, muito menos chorar; gente que sai no braço para garantir um milímetro quadrado; toda a torcida na estação Sé quando chega um metrô vazio, enfim, desgraças da vida “alheia” (onde me incluo).

Não que os outros se desgraçando seja divertido, mas quando os outros se ferram para ferrar todo mundo até que é legal, vai?
E onde é que se encaixam tais ensinamentos: “não desejes o mal, pois ele volta em dobro”, “não queira para os outros o que você não quer para você”? Bom, no momento não está se encaixando em lugar algum, quero ver o negócio pegar fogo! (pronto, falei-‘escrevi’).

O que não é nada divertido é ESCLEROSE, até a soar desta palavra é forte – horrível! Mais forte ainda, tem que ser a pessoa que tem de trabalhar com uma pessoa que sofra desse mal. Onde todos são Meninos, e todas são Meninas, sem contar quando os homens viram “minhA filhO”.
“- Minha Senhora, vai se tratar. Pelamor!”

E meninos e meninas, leiam bastante para o cérebro não atrofiar!

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Passado impresente.

Há 7 anos atrás achava tão divertido escrever em blogs e na falta de um, escrevia em dois, três...
Talvez escrever sobre a vida e sobre o nada fosse mais divertido. Ou eu achava que fosse divertido e hoje é algo tão banal (sim, sou contraditória porque escrevo aqui neste exato momento).
Tento ver a diferença de hoje com aquele tempo, talvez - 22 anos para 29 faça alguma diferença. Ou são apenas números em formas diferentes? enfim... o que era divertido hoje não faz sentido. E o que é divertido hoje é tão simples; exemplo: assistir novela com o namorado e rir dos trejeitos das personagens.
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O nada faz um grande sentindo... enquanto a vida... contradiz.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Socorro!

SOCORRO

em letras garrafais

quarta-feira, 16 de abril de 2008

O que minha consciência diz

Minha consciência diz para eu procurar outro emprego – eu procuro;
Minha consciência diz para eu dar rasteiras em quem entra na minha frente sem pedir licença – eu dou;
Minha consciência diz para eu parar de reclamar – eu tento;
Minha consciência diz para eu tratar os ignorantes ignorando os – tenho feito;
Minha consciência diz para eu não confiar tanto – confio desconfiando;
Minha consciência diz para eu dormir menos – eu tento, mas não tem sido eficaz;
Minha consciência diz para eu fazer algo bom pra mim mesma – ãhummm...
Minha consciência diz para eu usa-la mais – eu tento...
...minha consciência só não disse: para eu ter mais paciência – que não tenho tido, não tenho praticado e muito menos tenho tentado.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Dia de fúria

Eu odeio pessoas odiáveis que se vestem de amarelo;
Odeio gente que se diz executiva com nome ralé;
Odeio gente (sem intimidade) que nos chama de "querida", "amor", "minha amiga" e outros adjetivos idiotas;
Odeio gente que força um choro - tipo novela mexicana;
Odeio precisar tanto de um emprego e não ter coragem de dizer na cara "você é uma farsa. sua bosta!".

E eu amo Michael Douglas em Dia de Fúria, meu herói!

...

O capeta mora aqui, minha nossa.