quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Assunto para indigestão

O assunto no almoço de hoje foi sobre o transporte público e como pode ser divertido pegar metrô. Cada dia é uma história – alguém que se jogou nos trilhos em plena 18 horas para fazer todo mundo perder o noticiário (ainda mais eu que sou viciada por previsão do tempo); mulher com síndrome do pânico que tem crise de choro às 8 da manhã quando o vagão está lotado e não há ar para respirar, muito menos chorar; gente que sai no braço para garantir um milímetro quadrado; toda a torcida na estação Sé quando chega um metrô vazio, enfim, desgraças da vida “alheia” (onde me incluo).

Não que os outros se desgraçando seja divertido, mas quando os outros se ferram para ferrar todo mundo até que é legal, vai?
E onde é que se encaixam tais ensinamentos: “não desejes o mal, pois ele volta em dobro”, “não queira para os outros o que você não quer para você”? Bom, no momento não está se encaixando em lugar algum, quero ver o negócio pegar fogo! (pronto, falei-‘escrevi’).

O que não é nada divertido é ESCLEROSE, até a soar desta palavra é forte – horrível! Mais forte ainda, tem que ser a pessoa que tem de trabalhar com uma pessoa que sofra desse mal. Onde todos são Meninos, e todas são Meninas, sem contar quando os homens viram “minhA filhO”.
“- Minha Senhora, vai se tratar. Pelamor!”

E meninos e meninas, leiam bastante para o cérebro não atrofiar!

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